Deixa eu contar uma história para vocês

Em 2012, uns três meses antes do meu diagnóstico, quando eu ainda morava com minha prima (Roberta esse momento é seu) aconteceu algo que marcou nossas vidas. Por dividir apartamento, sabíamos os horários uma da outra, sabia que ela treinava das 7:15 às 7:45, e que ela chegava em casa antes das 8h, já que ela ia caminhando para a academia que era pertinho de lá. Um belo dia, estava eu me arrumando e vi que ela ainda não tinha chegado em casa, pensei "deve estar de papo, vai se atrasar". Era 8:05 e nada dela. Foi quando o telefone tocou e um cara perguntou se eu era familiar da Roberta, pois ela tinha sofrido um acidente no caminho para casa. Gelei na hora. Abri a porta do quarto dela e ela não estava lá. Enquanto ele falava, eu abria a janela tentando enxergar alguma movimentação na rua; botei a primeira roupa que vi e corri. Corri mais que o Bolt, tenho certeza disso. Cheguei na esquina de casa em menos de 1min e me deparei com a cena mais impactante da minha vida: ela no meio do asfalto gritando de dor, com a perna quebrada que parecia de borracha, a chuva caindo sem parar e o carro que atropelou ela há metros de distância todo amassado. Aí vocês devem estar pensado, como que aconteceu isso? Atravessando a rua? Estava desatenta? Não. Andando na calçada mesmo. Às 8h da manhã, um cara distraído não viu o sinal fechar e para não bater o carro, puxou a direção para a calçada atingindo ela. Agora pensem se ela não tivesse ficado consciente. Se com o choque e a forma que ela foi arremessada ela tivesse apagado? E se fosse com um diabético? O que eu quero contar com toda essa história? Que acidentes acontecem. Que por mais que sejamos cautelosos, coisas ruins podem nos acontecer. Por mais que eu cuide muito para não ter uma hipoglicemia, a gente não sabe se o corpo não vai nos sabotar naquele dia. Foi um ano bem difícil para nós duas, ela passou por cirurgia, recuperação, fisioterapia e nesse meio tempo, eu tive meu diagnóstico. A Beta foi uma base e um apoio muito grande para mim. Através da força de vontade dela e da positividade, que eu consegui enfrentar o diabetes e todo meu pavor de agulhas. Depois do meu diagnóstico e do acidente da Beta, eu fiquei muito paranóica. Tenho medo de ir ao banco sem um doce para hipo (vai que haja um sequestro), não caminho na rua sem meu kit sobrevivência, e JAMAIS faço esportes sem uma identificação. Com 1 ano de DM1 eu decidi fazer uma tatuagem exatamente para identificar e informar, e com ela fiquei muito mais segura. Eu optei pela tatuagem de identificação, mas e quem não pode ter tatuagem? Por isso, quando a Self ID entrou em contato comigo para falar das pulseiras de identificação deles, eu topei fazer a parceria na hora, porque achei uma ideia fantástica! Minha tatuagem informa, mas ela não tem um código para acessar meu formulário médico como a SelfID tem. Ela não tem o telefone dos meus pais ou meu CPF ou o número do meu plano de saúde. E se alguém não ver a tatuagem num acidente ou numa hipo que me faça ficar desacordada???? Agora fico ainda mais tranquila pois tenho mais um tipo de identificação comigo! Prevenção é tudo!!! Escolhi dois modelos distintos, o ELITE BLACK EDITION e o SLIM (escolhi a cor azul do diabetes), assim posso usar um enquanto pratico esportes e o outro no dia a dia. Ainda, coloquei na azul as informações em inglês, para usar em outros países quando eu viajar. Betinha, minha curica, usa aí meu cupom SM1DM1 que vai te dar 10% de desconto e compra uma para você. Sei que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar, mas vamos prevenir né? E o cupom vale para todos os diabéticos que também queiram ter essa segurança no pulso! Acessem o site da SelfID e vejam os modelos, cores e opções diferentes que eles oferecem! Eu adorei!

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